Mostrar mensagens com a etiqueta Chocolatinhos emprestados. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Chocolatinhos emprestados. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Sonhos...desabafos...esperanças...

0 comentários
Esta foto chamou-me a atenção, podia ser uma foto qualquer lançada ao mundo das "internets" mas a sua simplicidade a glamour cativo-me... Como se de repente eu quisesse fazer parte dela, ser a senhora de chapéu a subir as escadas e à minha espera estivessem os meus sonhos...

Como se esta mulher de costas, fosse tudo aquilo que sempre quis ser... Simples e realizada pertencente a um mundo de príncipes e princesas, perdida na capital da moda... e com uma coluna de um jornal sobre sexo e requinte... Sim lá no fundo sou uma menina que tem uma "Carrie" dentro de si, mas uma que quer voar mais que uma coluna, invadir os meios de comunicação e ter o seu próprio programa, o seu próprio mundo e o seu próprio estilo...

Esta foto inspirou-me, fez-me querer fazer uma sessão de fotos perdidas, ou simplesmente perder-me no tempo da fantasia, mas já é noite, e as lojas ficam vazias, as pessoas correm para casa e aninham-se nas suas pequenas vidas que as mantêm vivas...

terça-feira, 31 de agosto de 2010

De génio...

0 comentários
Um pouco machista, e dúvido que isto resulte mesmo, mas mesmo assim deixo-vos com um dos vídeos da minha serie preferida:

How I met your mother...


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Adoro...

0 comentários
Não só o fruto, mas também a fotografia! =)

domingo, 29 de novembro de 2009

Falemos de casas...

0 comentários
Porque este poema poderá revelar um novo projecto meu...


Falemos de casas, do sagaz exercício de um poder


tão firme e silencioso como só houve

no tempo mais antigo.

Estes são os arquitectos, aqueles que vão morrer,

sorrindo com ironia e doçura no fundo

de um alto segredo que os restitui à lama.

De doces mãos irreprimíveis.

- Sobre os meses, sonhando nas últimas chuvas,

as casas encontram seu inocente jeito de durar contra

a boca subtil rodeada em cima pela treva das palavras.

............................................................................

Estas são as casas. E se vamos morrer nós mesmos,

espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos

que não viram as torrentes infindáveis das rosas, ou as águas permanentes,

ou um sinal de eternidade espalhado nos corações

rápidos

- Que fizeram estes arquitectos destas casas,eles que vagabundearam

pelos muitos sentidos dos meses,

dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra,aqui outra,

para que se faça uma ordem, uma duração,

uma beleza contra a força divina?

................................................................................

Falemos de casas como quem fala da sua alma,

entre um incêndio,

junto ao modelo das searas,

na aprendizagem da paciência de vê-las erguer

e morrer com um pouco, um pouco

de beleza.



(Herberto Helder - prefácio)