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sábado, 12 de maio de 2012
Há músicas que dizem tudo...
Publicada por
Menina Ochoa
à(s)
2:55 p.m.
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Etiquetas: branco e melancolia, Chocolatinhos emprestados, P.S. Tenho saudades tuas...
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Sonhos...desabafos...esperanças...
Esta foto chamou-me a atenção, podia ser uma foto qualquer lançada ao mundo das "internets" mas a sua simplicidade a glamour cativo-me... Como se de repente eu quisesse fazer parte dela, ser a senhora de chapéu a subir as escadas e à minha espera estivessem os meus sonhos...
Como se esta mulher de costas, fosse tudo aquilo que sempre quis ser... Simples e realizada pertencente a um mundo de príncipes e princesas, perdida na capital da moda... e com uma coluna de um jornal sobre sexo e requinte... Sim lá no fundo sou uma menina que tem uma "Carrie" dentro de si, mas uma que quer voar mais que uma coluna, invadir os meios de comunicação e ter o seu próprio programa, o seu próprio mundo e o seu próprio estilo...
Esta foto inspirou-me, fez-me querer fazer uma sessão de fotos perdidas, ou simplesmente perder-me no tempo da fantasia, mas já é noite, e as lojas ficam vazias, as pessoas correm para casa e aninham-se nas suas pequenas vidas que as mantêm vivas...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
De génio...
Um pouco machista, e dúvido que isto resulte mesmo, mas mesmo assim deixo-vos com um dos vídeos da minha serie preferida:
How I met your mother...
How I met your mother...
domingo, 29 de novembro de 2009
Falemos de casas...
Falemos de casas, do sagaz exercício de um poder
tão firme e silencioso como só houve
no tempo mais antigo.
Estes são os arquitectos, aqueles que vão morrer,
sorrindo com ironia e doçura no fundo
de um alto segredo que os restitui à lama.
De doces mãos irreprimíveis.
- Sobre os meses, sonhando nas últimas chuvas,
as casas encontram seu inocente jeito de durar contra
a boca subtil rodeada em cima pela treva das palavras.
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Estas são as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as torrentes infindáveis das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos
- Que fizeram estes arquitectos destas casas,eles que vagabundearam
pelos muitos sentidos dos meses,
dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra,aqui outra,
para que se faça uma ordem, uma duração,
uma beleza contra a força divina?
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Falemos de casas como quem fala da sua alma,
entre um incêndio,
junto ao modelo das searas,
na aprendizagem da paciência de vê-las erguer
e morrer com um pouco, um pouco
de beleza.
(Herberto Helder - prefácio)
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